Limpeza de Caixa D’água

A contaminação da água pode acontecer de diversas formas, sendo uma delas causadas pela má manipulação da Caixa D’Água. Podemos encontrar nas Caixas D´Aguas agentes patogênicos, ou seja, microorganismos presentes nas fezes de animais (pombos e etc…) e também de seres humanos, que geralmente é devido a fossas que não foram construidas de forma correta.

Também existem os agentes químicos como agrotóxicos que são arrastados pela chuva e que podem contaminar os lençóis de água subterranea.

As doenças mais comuns são:

• Febre Tifóide
• Colera
• Hepatite A

Sendo os sintomas mais comuns: Diárreia, vômito, febre e dores na barrida e no abdômen. A limpeza de Caixa D’Água deve ser feita a cada 6 meses, para garantir a proteção da água que será utilizada para consumo.

A Torpedo faz o serviço de Desinfecção e Imunização de Caixas D’Águas em Belo Horizonte e região – Minas gerais. Como é feita a Limpeza de Caixa D’Água pela Torpedo?

  • Imunização de Caixas D’água:

Desinfecção ou imunização de reservatórios de água Entende-se por desinfecção ou imunização a destruição de organismos patogênicos ou de outros organismos indesejáveis como algas e ferrobactérias. Tais organismos podem ser encontrados na água de abastecimento e sobreviver por várias semanas a temperaturas próximas à 21º C ou, possivelmente, vários meses a baixas temperaturas.

Além da temperatura, sua sobrevivência depende de fatores ecológicos, fisiológicos e morfológicos, incluindo pH, turbidez, oxigênio, nutrientes, competição com outros organismos, resistência às substâncias tóxicas, habilidade de formação de esporos, etc.

  • Desinfecção:

É o processo físico, químico ou biológico aplicado à água com a finalidade de eliminar microorganismos eventualmente presentes, capazes de transmitir doenças ao homem. Quando adequado e ininterruptamente realizado, pode levar à eliminação de praticamente todos os microorganismos, independente se patogênicos ou não, conduzindo até a esterilização do meio.

  • Cloração:

É o processo de desinfecção e/ou prevenção contra contaminação utilizando cloro como agente desinfetante. Não basta simplesmente desinfetar o sistema, é necessário manter essa condição sem interrupção. Para tanto, quando realizado com uso de produtos químicos, é imprescindível que exista sempre certa quantidade do agente desinfetante, chamado residual, para garantir segurança à saúde do usuário.

  • Eficiência da desinfecção pelo cloro:

A eficiência pode estar relacionada a diversos fatores, entre eles:

• A concentração do composto clorado – quanto maior, mais efetiva;
• Espécies: cloro livre ou combinado – o livre é muito mais eficiente;
• Tempo de contato – quanto maior, mais efetiva a ação;
• pH – influi na dissociação das espécies cloradas;
• Tipos de microorganismos – alguns são resistentes;
• Turbidez – microorganismos aderidos ficam protegidos;

  • Homogeneidade na disperção:

• Presença de outros compostos – provoca consumo adicional e precipitação de insolúveis;
• Características físico-químicas da água, incluindo a de alimentação;
• Concentração de microorganismos – pode neutralizar ação residual;
• Temperatura maior favorece a proliferação de microorganismos;
• Pré-oxidação – reduz demanda e favorece ação residual.

  • Ação bactericida do cloro

Sabe-se que as enzimas exercem papel fundamental nas atividades metabólicas dos seres vivos através de reações bioquímicas indispensáveis à manutenção dos processos e funções vitais. Alterações no mecanismo de atuação das enzimas podem desencadear um processo irreversível e letal ao indivíduo.

Estudos sobre o efeito do cloro em microorganismos sugerem a inativação da triofosfórico desidrogenase, uma das cerca de 20 enzimas envolvidas na oxidação da glicose, inibindo dessa maneira a obtenção de energia essencial à manutenção da vida.

  • Dosagem de consumo:

Não dispondo de informações sobre a demanda de cloro de determinada água, recomenda-se iniciar a aplicação com dosagem de 1 mg/L. Iniciada a desinfecção, determinar o valor do pH em amostras coletadas nos pontos mais distantes possíveis da aplicação, como nos extremos da rede de distribuição.

De posse desses valores e utilizando a tabela a seguir, apurar os teores mínimos recomendados para cloro residual livre e combinado a serem encontrados na água após o tempo de contato indicado.

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